O crédito à habitação está em alta, mas esta realidade pode mudar em breve, com o abrandamento da atividade da banca nos empréstimos para a compra de casa. Isto porque os bancos pretendem começar a aplicar "critérios de concessão mais restritivos", seguindo as recomendações do Banco de Portugal, em vigor desde o passado dia 1 de julho.
Esta intenção foi, aliás, confirmada pela generalidade dos bancos que respondeu ao Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, realizado pelo Banco de Portugal todos os trimestres.
Na análise ao trimestre que terminou em junho, os cinco bancos que responderam ao inquérito do BdP dizem que mantiveram "estáveis" os termos e condições dos créditos tanto a empresas como a particulares. Isto apesar de apontarem alterações na oferta de crédito "designadamente a diminuição dos spreads aplicados nos empréstimos de risco médio" justificadas sobretudo por "pressões da concorrência e por uma avaliação mais favorável dos riscos".
Só em maio os bancos emprestaram 815 milhões de euros para a compra de casa, um montante que elevou para 3.784 milhões de euros o total concedido nos primeiros cinco meses do ano — a que corresponde o valor mais elevado desde o arranque de 2010.
Apesar deste forte crescimento, a generalidade dos bancos antecipa que a procura de crédito por parte das famílias "permaneça praticamente inalterada" no terceiro trimestre.
Comprar casa vai exigir que quem compra tenha que ter pelo menos 10% de capitais próprios.
Adaptado de Idealista
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